sábado, 4 de setembro de 2010

30/08/2010 as 14:00


Desde criança eu sempre adorei ler. Dentre os tantos que lia (a maioria roubados da biblioteca da escola, porque em minha mente, não se poderia ler um livro sem tê-lo (hoje ainda penso assim, mas compro-os)) três foram extremamente marcantes em uma mente inocente de uma criança: O Castelo de Otranto de Horace Walpole (que vários anos depois descobri que é considerado o primeiro romance da literatura gótica);  Momo e o Senhor do Tempo de Michael Ende (ainda hoje me imagino como Momo e sua arte de escutar as pessoas) e Peer Gynt de Henrik Ibse (que ainda me influencia muito em minhas decisões diárias)

Na inocência juvenil essas histórias, que se passavam em terras distantes e tempos longínquos, (o que hoje reconheço como um gênero literário) eram por mim consideradas como reais: as pessoas que escreviam aqueles livros realmente passavam por aquelas experiências (fantásticas, diga-se de passagem). Assim cresci imaginando que na vida adulta as pessoas realmente tinham que salvar seu mundo fantástico da destruição: haveriam batalhas, intrigas, desavenças, sangue, romances, tristeza, magia, festas, orgulho,  alegrias, coragem, lágrimas...  e no fim, com muita sorte tudo daria certo (independente se para conseguir salvar seu mundo,
você teria que ser cruel e odiado por todos, ou extremamente bom ou justo)


De certa forma ainda hoje penso assim...

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